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Artista plástico, Professor e grafiteiro, com formação na área de artes pelas Faculdades Integradas de Ourinhos, Como artista tenho aplicado muitos Workshop de arte urbana em faculdades e instituições, A expressão Arte Urbana ou street art refere-se a manifestações artísticas desenvolvidas no espaço público, distinguindo-se das manifestações de caráter institucional ou empresarial, bem como do mero vandalismo. A princípio, um movimento underground, a street art foi gradativamente se constituindo como forma do fazer artístico, abrangendo várias modalidades de grafismos - algumas vezes muito ricos em detalhes, que vão do Grafite ao Estêncil, passando por stickers e cartazes lambe-lambe, também chamados poster-bombs -, intervenções, instalações, flash mob, entre outras. A rua não é de ninguém e mesmo assim fui preso cinco vezes por fazer Grafite, inevitável que as autoridades ainda acham que nos artistas somos vagabundos ou infratores de nosso Amado País. Infelizmente Vivemos em um Lindo País, que poucas pessoas têm acesso cultural, nome deste País se chama Brasil Contatos: cel(18) 97480060 Email:alemaoart@hotmail.com

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segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Mark Jenkins

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"Call Waiting" (Chamada em espera): uma das obras de JenkinsMark Jenkins (nascido em 1970, Fairfax, Virgínia) é um artista americano conhecido por seus trabalhos no estilo Arte urbana, especialmente usando embalagens.

Jenkins já teve suas obras publicadas em grandes jornais e revistas como Time Out e The Washington Post, The Independent, no livro Hidden Track: How Visual Culture is Going Places e no Wooster Collective, um blog especializado em Arte urbana.

O artista já esteve no Brasil mostrando seu trabalho em galerias e em ambientes fechados. Ele também mantém o site tapesculpture.org e ensina o processo de criação de suas obras em workshops nas cidades que visita.

Abraham Palatnik é um pioneiro da arte cinética

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Abraham Palatnik (Natal, RN, 1928). Vive e trabalha no Rio de Janeiro.

Abraham Palatnik é um pioneiro da arte cinética. Hoje o artista desfruta de um lugar próprio na história da arte brasileira e internacional. Se adjetivos como pioneiro e transgressor são sempre colados a sua produção é porque ela surge de forma dissonante desde a I Bienal de São Paulo, em 1951. Ao invés de uma pintura ou escultura, Palatnik exibia então seu primeiro “Aparelho Cinecromático” - uma “máquina pictórica”. Aqui, tecidos sintéticos, motores, luzes e a incorporação decisiva do espectador no ambiente são os elementos que estruturam a obra. Devido a esse caráter dissonante, o trabalho quase foi recusado na exposição. Vemos, hoje, que se testemunhava ali um gesto pioneiro no campo da arte cinética. O que singulariza o trabalho de Palatnik é o uso que ele faz da tecnologia e suas possibilidades inovadoras. Não se trata de uma arte que está a serviço da técnica, mas sim de um olhar atento que sabe retirar dos materiais mais diversos toda sua potencialidade poética. Misto de artista e desenhista industrial, Palatink possui muito do ideário construtivo na vontade de integrar arte e vida. Existe aqui uma convicção de que a arte pode estar em todos os lugares para todos os públicos, disseminada pelo cotidiano.

O artista iniciou seus estudos em arte em Tel-Aviv, Israel, onde morou com sua família entre 1942 e 1948. Enquanto fora estuda pintura, desenho e história da arte no Instituto Municipal de Arte de Tel-Aviv. Esteve presente, em 1964, na XXXII Bienal de Veneza. Vem exibindo sua obra por todo o mundo, tendo feito parte da exposição “Lo(s) Cinetico(s)”, no Centro de Arte Reina Sofia, Madrid, Espanha, em 2007.

Arte de Rua El Mac

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A arte urbana é actualmente uma das formas artísticas mais presentes e expressivas na sociedade civil. Esqueçamos os simples rabiscos com os quais nos cruzamos diariamente e que de nada acrescentam em valor artístico. Foquemo-nos no trabalho de MacGregor. Inspirado pelas diferentes culturas, pelo próprio homem e por obras clássicas de grandes pintores, já embelezou inúmeros murais pelo mundo fora.

Nascido em Los Angeles em 1980, El Mac tem vindo a criar e a estudar arte de forma auto-didacta desde criança. O tema principal das suas obras são os rostos humanos e todas as expressões e variações que lhes são características.

Alguns desses murais tornaram-se referências locais, principalmente as suas parcerias com Retna. O sucesso deve-se à combinação dos desenhos de rostos e figuras realistas de Mac com o design abstracto de Retna.

Em 2008, produziu um mural de larga extensão para os Jardins Botânicos de Denver e participou no “Manifest hope art show” durante a convenção democrática anual na mesma cidade.

No ano passado, os seus trabalhos foram usados para a capa da revista “Juxtapoz” e do tablóide “LA Weekly”. 2009 trouxe-lhe ainda uma exposição na galeria “Fifty24SF” em São Francisco, a publicação de um livro sobre a sua colaboração com Retna pela Gingko Press e uma edição limitada espanhola sobre as suas criações feitas com spray.
Já este ano, fez parte do projecto “Seres Queridos” do Museu de Arte Contemporânea de Monterrey, México.

Apesar do reconhecimento da sua arte e da exposição em vários locais mais ortodoxos, El Mac refere que a arte de rua é mesmo a sua preferida. Ele gosta é de pintar em murais urbanos. Criar graffitis e pinturas tão realistas que por vezes é difícil acreditar não serem fotografias, mas sim desenhos.



Quanto aos focos de inspiração, o artista vai buscar detalhes não só ao meio que se respira à volta da cultura chicano-mexicana de Phoenix e todo o sudoeste americano, como a pormenores de arte religiosa e artistas clássicos (Caravaggio, Mucha e Vermeer).

Em meados dos anos 90, começou a pintar em acrílico e a grafitar em murais. Desde aí tem vindo a trabalhar e a aperfeiçoar o seu estilo, a fim de o tornar uma marca de identidade. Algumas versões que realizou durante esse tempo - obras clássicas em aerossóis - fizeram com que em 2003 o Museu Groeninge de Bruges (Bélgica) o convidasse para pintar a sua própria interpretação de importantes pinturas primitivas flamengas. Além disso, foi-lhe também proposta a decoração de murais pelos Estados Unidos e muitos outros países: México, Dinamarca, Suécia, Canadá, Coreia do Sul, Bélgica, Itália, Holanda, Porto Rico, Espanha, França, Singapura, Alemanha, Irlanda e Vietname.

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

CURIOSIDADE ORIGEM DO NATAL

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ORIGEM DO NATAL E O
SIGNIFICADO DA COMEMORAÇÃO
O Natal é uma data em que comemoramos o nascimento de Jesus Cristo. Na antiguidade, o Natal era comemorado em várias datas diferentes, pois não se sabia com exatidão a data do nascimento de Jesus. Foi somente no século IV que o 25 de dezembro foi estabelecido como data oficial de comemoração. Na Roma Antiga, o 25 de dezembro era a data em que os romanos comemoravam o início do inverno. Portanto, acredita-se que haja uma relação deste fato com a oficialização da comemoração do Natal. As antigas comemorações de Natal costumavam durar até 12 dias, pois este foi o tempo que levou para os Três Reis Magos chegarem até a cidade de Belém e entregarem os presentes (ouro, mirra e incenso) ao menino Jesus. Atualmente, as pessoas costumam montar as árvores e outras decorações natalinas no começo de dezembro e desmontá-las até 12 dias após o Natal. Do ponto de vista cronológico, o Natal é uma data de grande importância para o Ocidente, pois marca o ano 1 da nossa História.

A ÁRVORE DE NATAL
Em quase todos os países do mundo, as pessoas montam árvores de Natal para decorar casas e outros ambientes. Em conjunto com as decorações natalinas, as árvores proporcionam um clima especial neste período. Acredita-se que esta tradição começou em 1530, na Alemanha, com Martinho Lutero. Certa noite, enquanto caminhava pela floresta, Lutero ficou impressionado com a beleza dos pinheiros cobertos de neve. As estrelas do céu ajudaram a compor a imagem que Lutero reproduziu com galhos de árvore em sua casa. Além das estrelas, algodão e outros enfeites, ele utilizou velas acesas para mostrar aos seus familiares a bela cena que havia presenciado na floresta. Esta tradição foi trazida para o continente americano por alguns alemães, que vieram morar na América durante o período colonial. No Brasil, país de maioria cristã, as árvores de Natal estão presentes em diversos lugares, pois, além de decorar, simbolizam alegria, paz e esperança.

O PRESÉPIO
O presépio também representa uma importante decoração natalina. Ele mostra o cenário do nascimento de Jesus, ou seja, uma manjedoura, os animais, os reis Magos e os pais do menino. Esta tradição de montar presépios teve início com São Francisco de Assis, no século XIII. As músicas de Natal também fazem parte desta linda festa.

O PAPAI NOEL: ORIGEM E TRADIÇÃO
Estudiosos afirmam que a figura do bom velhinho foi inspirada num bispo chamado Nicolau, que nasceu na Turquia em 280 d.C. O bispo, homem de bom coração, costumava ajudar as pessoas pobres, deixando saquinhos com moedas próximas às chaminés das casas. Foi transformado em santo (São Nicolau) pela Igreja Católica, após várias pessoas relatarem milagres atribuídos a ele. A associação da imagem de São Nicolau ao Natal aconteceu na Alemanha e espalhou-se pelo mundo em pouco tempo. Nos Estados Unidos, ganhou o nome de Santa Claus, no Brasil de Papai Noel e em Portugal de Pai Natal.
A ROUPA DO PAPAI NOEL
Até o final do século XIX, o Papai Noel era representado com uma roupa de inverno na cor marrom ou verde escura. Em 1886, o cartunista alemão Thomas Nast criou uma nova imagem para o bom velhinho. A roupa nas cores vermelha e branca, com cinto preto, criada por Nast foi apresentada na revista Harper’s Weeklys neste mesmo ano. Em 1931, uma campanha publicitária da Coca-Cola mostrou o Papai Noel com o mesmo figurino criado por Nast, que também eram as cores do refrigerante. A campanha publicitária fez um grande sucesso, ajudando a espalhar a nova imagem do Papai Noel pelo mundo.

CURIOSIDADE: O NOME DO PAPAI NOEL EM OUTROS PAÍSES
Alemanha (Weihnachtsmann, O "Homem do Natal"), Argentina, Espanha, Colômbia, Paraguai e Uruguai (Papá Noel), Chile (Viejito Pascuero), Dinamarca (Julemanden), França (Père Noël), Itália (Babbo Natale), México (Santa Claus), Holanda (Kerstman, "Homem do Natal), POrtugal (Pai Natal), Inglaterra (Father Christmas), Suécia (Jultomte), Estados Unidos (Santa Claus), Rússia (Ded Moroz).

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

PROTESTO OU VANDALISMO? PIXAÇÃO NOS ORGAOS PUBLICOS DE ASSIS

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Na madrugada deste Domingo para segunda feira, diversos órgãos públicos municipais foram pixados, com os dizeres “Fac não Apoia a Culura Jovem” e alguns incluindo o nome do Sr. Prefeito. Fica o questionamento: Pichação é obra de pessoas que estão descontentes com a administração publica, e vêem neste tipo de manifestação a oportunidade de manifestar seus sentimentos? Ou obra de vândalos, que aproveitam o momento de crise vivenciado pela gestão municipal da Fac Fundação Assisense de Cultura , para demonstrar sua revolta, provocando atos de vandalismo contra o patrimônio público.

Seja como for, o fato é que tais pichações, representam parte da população do município, que depositaram suas esperanças e expectativas na gestão do prefeito Ézio Spera , e sentem-se, profundamente decepcionados, pelo caminho traçado pela atual gestão.

Pelo meu ponto de vista vejo falta de apoio pela arte de rua e outras manifestações da cultura Urbana em Assis , não sou a favor da pichação mais vejo que ela as vezes é um unico meio de comunicação para colocar um ponto de vista desfavorável com os Governantes ,Detalhe a pichação foi feita depois que apagaram uns grafites feitos em um dos locais Pichados.

domingo, 19 de dezembro de 2010

Matériais Necessários para a Pratica do Graffiti:

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Matériais Necessários para a Pratica do Graffiti:

Para a prática de graffiti precisas de latas de tinta e de caps para as latas, depois podes também utilizar umas luvas para nao pintares as mãos e uma máscara para nao respirares o gás da lata directamente tambem tem os marcadores , depois disso so tens de fazer o teu projecto e lançares-te na aventura do graffiti.
Não te esqueças de procurar sempre paredes legais para a prática desta arte!Ou Inlegal dependendo da hora rsrsr