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Artista plástico, Professor e grafiteiro, com formação na área de artes pelas Faculdades Integradas de Ourinhos, Como artista tenho aplicado muitos Workshop de arte urbana em faculdades e instituições, A expressão Arte Urbana ou street art refere-se a manifestações artísticas desenvolvidas no espaço público, distinguindo-se das manifestações de caráter institucional ou empresarial, bem como do mero vandalismo. A princípio, um movimento underground, a street art foi gradativamente se constituindo como forma do fazer artístico, abrangendo várias modalidades de grafismos - algumas vezes muito ricos em detalhes, que vão do Grafite ao Estêncil, passando por stickers e cartazes lambe-lambe, também chamados poster-bombs -, intervenções, instalações, flash mob, entre outras. A rua não é de ninguém e mesmo assim fui preso cinco vezes por fazer Grafite, inevitável que as autoridades ainda acham que nos artistas somos vagabundos ou infratores de nosso Amado País. Infelizmente Vivemos em um Lindo País, que poucas pessoas têm acesso cultural, nome deste País se chama Brasil Contatos: cel(18) 97480060 Email:alemaoart@hotmail.com

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segunda-feira, 11 de outubro de 2010

História não-autorizada de Os Simpsons

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Os Simpsons: uma história sem censura e não-autorizada" ("The Simpsons: an uncensored, unauthorized history", no original) é o título do livro lançado pelo jornalista John Ortved. Ele questiona o propagado talento do criador da série, Matt Groening, citando fontes que o consideram um péssimo roteirista e que o grande trunfo do programa se dá pelo talento de toda a equipe de produção. Ortved diz ainda que Groening senta-se na cadeira apenas para saber como ganhar mais dinheiro, não para trabalhar no desenvolvimento de um novo episódio. A verdade é que Os Simpsons, tal como tudo que é seriado, não é necessariamente escrito do início ao fim por quem o inventou. Por isto, existem os roteiristas e artistas envolvidos na caricaturização dos personagens. Tanto é que a família amarela passa por várias fases no decorrer de sua trajetória, por exemplo, em dado momento Bart é a estrela maior do programa, em outro, Homer assume o protagonismo. Em determinado período, piadas sobre religião são mais focadas e, em outro, o alvo preferido é a política. Veja abaixo a capa do livro, onde se lê "Eu não escreverei a história sem censura e não-autorizada de Os Simpsons" no famoso quadro que aparece em todas as aberturas de episódio.
O livro também traz à tona questões até então desconhecidas do do grande público, como a censura sofrida no decorrer dos 20 anos, especialmente brincadeiras com religião e grupos étnicos; um exemplo é a cientologia, uma filosofia idiota e sem noção, que não apareceu na tela por causa da dubladora de Bart Simpson (sim, quem dupla a peste é uma mulher!), Nancy Cartwright, ser adepta desta seita. Quando os chefões da Fox viram o episódio piloto o consideraram horrível e creram ter desperdiçado milhares de dólares. Entretanto, tiveram que engolir suas palavras, após o sucesso mundial de Os Simpsons.
Fonte: Bolson Web, de Patagonia.

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