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Artista plástico, Professor e grafiteiro, com formação na área de artes pelas Faculdades Integradas de Ourinhos, Como artista tenho aplicado muitos Workshop de arte urbana em faculdades e instituições, A expressão Arte Urbana ou street art refere-se a manifestações artísticas desenvolvidas no espaço público, distinguindo-se das manifestações de caráter institucional ou empresarial, bem como do mero vandalismo. A princípio, um movimento underground, a street art foi gradativamente se constituindo como forma do fazer artístico, abrangendo várias modalidades de grafismos - algumas vezes muito ricos em detalhes, que vão do Grafite ao Estêncil, passando por stickers e cartazes lambe-lambe, também chamados poster-bombs -, intervenções, instalações, flash mob, entre outras. A rua não é de ninguém e mesmo assim fui preso cinco vezes por fazer Grafite, inevitável que as autoridades ainda acham que nos artistas somos vagabundos ou infratores de nosso Amado País. Infelizmente Vivemos em um Lindo País, que poucas pessoas têm acesso cultural, nome deste País se chama Brasil Contatos: cel(18) 97480060 Email:alemaoart@hotmail.com

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quinta-feira, 30 de setembro de 2010

CÍRCULOS NAS PLANTAÇÕES

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Outras explicações “mais racionais” afirmam que os círculos são feitos por seres humanos, na tentativa de convencer o público que há vida extraterrestre visitando a Terra, ou apenas como uma forma de brincadeira com a crença das pessoas em tais seres de outros planetas.



Alguns questionam por que os alienígenas viajariam até o nosso planeta só para achatar algumas plantas? Por que não fazer um contato de uma forma mais fácil e compreensiva?



Uma excelente coletânea dos antigos e fotos feitas com qualidade profissional podem ser vistos no site de Lucy Pringle ( http://www.lucypringle.co.uk ). Este site é de uma fotógrafa que, desde 1999, se dedica a estudar e fotografar os famosos círculos ingleses.



Leia mais: http://www.buteco.com.br/goto/circulos-nas-plantacoes-crop-circles-ou-circulos-ingleses/#ixzz111QQ8700
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Os primeiros círculos começaram a surgir na mídia televisiva nos noticiários dos anos 70. As primeiras formações observadas ainda durante os anos 70 eram círculos simples ou conjuntos de círculos concêntricos, de 9 a 10 m e únicos. Em 1978 apareceram quase 3.000 círculos, muitos distantes da Grã-Bretanha. Em 1980 ressurgiram, tornando-se mais complexos. Durante os anos 90 começaram a usar a geometria fractal, ainda mais complexa. Desde então os desenhos evoluíram para padrões muito mais elaborados: formas esotéricas, figuras de animais, representação de campos magnéticos, fractais e muitos outros simplesmente não classificáveis.



Nos anos 90, os círculos nas plantações já tinham se tornado uma atração turística. Apenas em 1990, mais de 500 círculos apareceram na Europa. Nos anos seguintes, houve milhares. Vieram visitantes do mundo inteiro para vê-los. Alguns fazendeiros até cobraram entrada para suas atrações misteriosas.



A complexidade crescente dos círculos não seria um indicativo de que alguma evolução técnica estaria ocorrendo? E de quem se esperaria uma tal evolução? De alienígenas que logicamente dominam a tecnologia de viagem interplanetária (e que viajaram milhares de anos-luz para passar suas noites nos campos de trigo), ou de seres humanos acumulando e repassando para outros o know-how adquirido com décadas de prática? Pode-se é claro alegar que a mensagem que os criadores de círculos estão enviando é que está se tornando mais complexa, à medida que nos tornamos mais preparados para interpretá-la. Mas e quanto ao fato de que os círculos feitos na Inglaterra, onde o fenômeno nasceu e onde sempre houve a esmagadora maioria das ocorrências, sempre foram os mais elaborados do mundo? Isto não corroboraria o fato de que os ingleses se especializaram em fazer círculos? Porque uma raça capaz de construir um artefato para atravessar milhares de anos-luz escolhe se comunicar com a raça humana através de mensagens em plantações seria um mistério maior do que a própria mensagem!

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