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Artista plástico, Professor e grafiteiro, com formação na área de artes pelas Faculdades Integradas de Ourinhos, Como artista tenho aplicado muitos Workshop de arte urbana em faculdades e instituições, A expressão Arte Urbana ou street art refere-se a manifestações artísticas desenvolvidas no espaço público, distinguindo-se das manifestações de caráter institucional ou empresarial, bem como do mero vandalismo. A princípio, um movimento underground, a street art foi gradativamente se constituindo como forma do fazer artístico, abrangendo várias modalidades de grafismos - algumas vezes muito ricos em detalhes, que vão do Grafite ao Estêncil, passando por stickers e cartazes lambe-lambe, também chamados poster-bombs -, intervenções, instalações, flash mob, entre outras. A rua não é de ninguém e mesmo assim fui preso cinco vezes por fazer Grafite, inevitável que as autoridades ainda acham que nos artistas somos vagabundos ou infratores de nosso Amado País. Infelizmente Vivemos em um Lindo País, que poucas pessoas têm acesso cultural, nome deste País se chama Brasil Contatos: cel(18) 97480060 Email:alemaoart@hotmail.com

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terça-feira, 7 de setembro de 2010

Prefeitura de São Paulo apaga arte dos gemeos

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Os grafiteiros Gustavo e Otavio Pandolfo tiveram seus primeiros trabalhos executados no Cambuci, bairro da zona sul de São Paulo onde nasceram, e, influenciados pelo irmão mais velho Arnaldo, transformaram o hobby em profissão e estão “conquistando” o mundo espalhando suas obras por diversos países (Estados Unidos, Alemanha, Itália, Grécia, Inglaterra, França, Holanda, Tóquio, Espanha, Suíça, Cura e muito mais), além de levar pintura, escultura, instalações e até algumas coisas ligadas à música nas várias exposições que realizam por aí.
Eles entendem cada lugar que visitam como uma escola, um mundo diferente. Mas também não é preciso ir muito longe para aprender e ensinar, eles sabem que no Brasil ainda há muita coisa para se descobrir.

Quem anda pelas ruas de São Paulo e topam com os grafites coloridos, principalmente num tom de amarelo envelhecido, já sabe que se trata da obra dos dois. Sua linguagem própria e facilmente identificável quase sempre dispensa assinatura em seus trabalhos e ajudaram a definir o grafite brasileiro. Para eles a rua tem algo de malicioso, de saber se virar, e assim foram se destacando em meio ao grafite e ao hiphop, trabalhando sempre lúcidos ainda que essa lucidez seja um grande delírio.

Os desenhos expostos pelas ruas e galerias retratam o que eles observam ou o que lhes vem à cabeça no momento. Entre seus famosos trabalhos estão a fachada da Tate Modern, em Londres, e um castelo na Escócia.

Mas infelizmente não é em todo lugar que eles são recebidos com tanta euforia. E o pior é que no Brasil, sua própria casa, que não são reconhecidos artisticamente com o trabalho que fazem. Os irmãos são literalmente perseguidos pela prefeitura de São Paulo e já contabilizam cerca de 100 desenhos apagados, mesmo que muitos deles tivessem autorização para serem executados.

A prefeitura está gastando dinheiro, mão-de-obra e tempo para apagar uma obra de arte quando há tantos outros problemas mais importantes para se cuidar. O intuito deles é acabar com esse tipo de repressão e espécie de “mutirão de limpeza” organizado pela Prefeitura, e colorir o cinza da cidade dando a ela um ar mais moderno e descontraído.

Quem está certo e qual é a solução para essa guerra? Aí já não sei… mas enquanto podemos ver nossas ruas mais coloridas, vamos aproveitar para apreciar as imagens e tentar compreender as mensagens passadas por eles.

http://www.lost.art.br/osgemeos.htm

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